Era uma vez… A ‘Alice no País das Maravilhas’.

10Jun10

As aventuras mágicas do Chapeleiro Maluco, da Rainha Vermelha e de todas as outras personagens chegaram ao ecrã, a 3 Dimensões e em grande estilo.

Tim Burton achou que a obra de Lewis Carroll no século 19 estava a pedir para ser transposto para o cinema tridimensional, por causa dos seus conteúdos surreais.

A história já conhecida por todos torna-se cativante pela imagem e pelas cores que o cenário apresenta. O pormenor da fantasia em cada objecto é aliciante. É um mundo novo, um autêntico país das maravilhas.

O gato mostra um sorriso de orelha a orelha, onde se pode ver realmente todos os dentes. Até mesmo os dentes do siso. O coelho tem um colete e o porco é uma almofada.

O ar angelical da Rainha Branca é representado na plenitude por Anne Hathway. Johnny Depp deslumbra o público mais uma vez. Com a sua representação fantástica do Chapeleiro Maluco, com a sua maquilhagem e com o seu disfarce, deixa o público com vontade de conviver com ele. Mesmo que seja só em sonho. Dar umas gargalhadas à mesa, tomar uma chávena de chá com esta personagem, ou simplesmente passar o bule do chá e servi-lo.

O guarda-roupa e a maquilhagem são de realçar. Os disfarces são autênticos e encaixam na perfeição em cada personagem.

Há momentos caricatos e outros mais emocionantes. As três dimensões fazem-nos sentir como se estivéssemos a correr atrás do coelho, ou até mesmo sentados à mesa com o Chapeleiro Maluco. No fundo, criam no público uma sensação de utopia e de realidade ao mesmo tempo inexplicável.

Os olhos gigantes de todas as personagens são destacáveis. O poder do 3D funcionou. Na fala de um animal ou numa lança que é projectada para fora da tela, as novas dimensões divertem o público.

Um filme que prima pela beleza e frescura da imagem fotográfica. Uma história onde se aprende a dançar o ‘Futterwacken’.

O formato de filme ideal transforma-se de ser humano para ser humano. Uns gostam mais do terror, outros do romance, outros dos épicos e outros de todos os estilos. Todos têm a sua linha de filme. Para os mais pequenos, a história é extraordinária. Um autêntico conto de fadas. Não deixa de ser um filme bonito e com um final feliz. Para os mais ansiosos não vão ser desiludidos.

O número quatro é o ideal para avaliar o filme em estrelas. Do meu ponto de vista elenco brilha, mas a história é mais que conhecida por todos.

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